Tonalidades
Compare tonalidades maiores e observe como a escala de cada uma determina os acordes disponíveis no campo harmônico.
Explore tonalidades maiores, escalas, graus e acordes em uma roda harmônica interativa. Escolha uma tonalidade, observe os acordes de cada grau e use a reprodução de áudio para comparar as sonoridades enquanto estuda.
Explore tonalidades, graus e acordes através de uma roda interativa.
Tonalidade
Selecione um acorde na roda ou na lista.
A escala maior tem sete notas. Ao formar um acorde sobre cada nota usando apenas notas dessa escala, obtemos os sete acordes diatônicos que compõem seu campo harmônico. Em tríades, a sequência de qualidades é: maior, menor, menor, maior, maior, menor e diminuto.
Em Dó maior, por exemplo, os acordes são C, Dm, Em, F, G, Am e Bdim. Eles são representados pelos graus I, ii, iii, IV, V, vi e vii°. Essa sequência descreve a estrutura da tonalidade; ao mudar para outra tonalidade maior, os nomes das notas e dos acordes mudam, mas o padrão de graus permanece.
Os graus também ajudam a entender a sensação de movimento de uma progressão. O I costuma funcionar como ponto de repouso, o IV frequentemente cria afastamento e o V tende a gerar expectativa de retorno à tônica. Essas funções são uma referência prática, não uma regra rígida para toda música.
Compare tonalidades maiores e observe como a escala de cada uma determina os acordes disponíveis no campo harmônico.
Entenda a função de cada posição: tônica, subdominante e dominante são referências úteis para analisar e criar progressões.
Identifique os acordes formados a partir das notas da escala maior e veja como eles se relacionam com cada grau.
Encontre a relativa menor da tonalidade maior. As duas tonalidades compartilham as mesmas notas, mas têm centros tonais diferentes.
Use a roda como um exercício de comparação. Em vez de apenas memorizar nomes, escolha uma tonalidade, identifique os graus e escute como os acordes soam em relação uns aos outros.
Selecione uma tonalidade na roda para atualizar as informações exibidas.
Confira a escala e os acordes associados a cada um dos sete graus.
Use os controles de áudio disponíveis na ferramenta para comparar as sonoridades.
Uma progressão comum é C–G–Am–F, ou I–V–vi–IV em Dó maior. Toque cada acorde lentamente e perceba como a sequência cria movimento e depois retorna a uma sensação de estabilidade. Em seguida, selecione outra tonalidade na roda e procure os mesmos graus: isso é uma forma prática de começar a transpor uma progressão.
Para praticar, escreva os graus I, V, vi e IV em uma tonalidade escolhida, identifique os acordes correspondentes na ferramenta e experimente tocá-los no instrumento. A qualidade dos resultados depende da tonalidade e do acorde selecionados na própria roda.
Campo harmônico é o conjunto de acordes que podem ser construídos a partir das notas de uma escala. No campo harmônico maior, cada nota da escala funciona como a fundamental de um acorde, formando uma sequência de sete graus.
Ele é construído usando as notas da escala maior e empilhando terças diatônicas a partir de cada grau. Na harmonização em tríades, a sequência típica é maior, menor, menor, maior, maior, menor e diminuto (I, ii, iii, IV, V, vi e vii°).
Os números romanos indicam o grau do acorde dentro da tonalidade. Maiúsculas costumam representar acordes maiores e minúsculas, acordes menores; o símbolo ° indica uma tríade diminuta. Essa notação ajuda a comparar progressões em tonalidades diferentes.
A tonalidade maior e sua relativa menor natural usam a mesma coleção de notas, mas têm centros tonais diferentes. A relativa menor fica no sexto grau da escala maior; por exemplo, Lá menor é a relativa menor de Dó maior.
Conhecer os graus ajuda a compreender progressões, transpor músicas para outra tonalidade, acompanhar canções e compor. Progressões como I–V–vi–IV podem ser reconhecidas pelo relacionamento entre os graus, sem depender de uma tonalidade específica.
Não. A roda é um apoio visual e auditivo para explorar relações harmônicas. Para aprofundar o estudo, combine a ferramenta com prática no instrumento, leitura de partituras ou cifras e análise de músicas reais.
Use o campo harmônico como ponto de partida para estudar progressões, experimentar acordes no instrumento e desenvolver suas próprias ideias musicais.